quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Quem matou Marvin ?

Marvin Gaye nasceu em Washington em 1939. Era filho do Pastor Marvin Pentz, conhecido pela moral rígida e de costumes intransigentes. Marvin, cresceu na igreja pastoreada por seu pai, onde acabou desenvolvendo seu don musical, cantando louvores gospel.  


Após abandonar a força aérea em 1957,  inicia sua carreira musical, cantando musica secular, fato que desencadeou num rompimento com seu pai. 


Marvin, chamou a atenção do presidente da Motown Records (gravadora de musica negra), onde gravou seu primeiro single, que alcançou o primeiro lugar na "parada norte-americana".


Nasce um mito da musica negra !


O relacionamento com seu pai sempre foi conturbado, pois o mesmo não aceitava a carreira musical do filho, no entanto vivia regaladamente do que o Marvin lhe proporcionava, como : Mansão, carros e jóias. O jovem cantor tentou várias vezes o suicido, pela pressão moral do Sr. Marvin Pentz.


Após a última turnê em 1984, Marvin foi passar uma temporada com seus pais. 


No 1 de abril, nesse fatídico dia, seu pai agride fisicamente sua mãe, Marvin a defende golpeando-o com um soco. Seu pai, vai até a cômoda, pega uma arma e dispara contra seu próprio filho,  assassinando-o.  A ironia é que Gaye foi morto por uma arma que ele próprio havia dado de presente para seu pai. Detalhe, um dia antes de completar seu 45º aniversário.
O Pastor Marvin Pentz  foi condenado a seis anos de prisão, após ser declarado culpado por homicídio.  Passou o final de sua vida em um asilo, onde morreria de pneumonia em 1998.


A meu ver, quem matou Marvin, foi o maldito e velho "legalismo", que encontrou abrigo num coração não convertido ao evangelho...embora o coração em questão, pertencesse a um "pastor"


Carlos Herrera
Fonte: Wikipedia

Canção gospel: God is love


Um dos seus maiores sucessos:Let's Get It On   



16 Deixe seu comentário!:

CARLOS HERRERA disse...

Muita hipocrisia...o cara condenava o filho pela carreira musical, no entanto vivia do que a carreira lhe proporcionava...

fuiiii

Wilderlan Sousa disse...

Belo blog, tem um bom conteudo, ja estou seguindo seu blog! ate mais valeu por fazer parte do meu blog!

Regina Farias disse...

Pois é, Carlos...

Legalismo mata, em todos os sentidos!

Por outro lado gostei de conhecer a história dele, apesar de desfecho tão trágico.

E o bom dessa história é que o artista realmente talentoso não morre.

Valeu!

Abs

Rê.

René disse...

Herrera,

Concordo com a Rê: legalismo mata em todos os sentidos! Mata a alma do legalista, que se pendura e confia na sua própria força, assim como mata aqueles que lhe são próximos, detonando a correta visão do amor de Deus!

Neste caso específico, ainda foi literalmente!!!

Lembro que a Diana ficou abaladíssima, na época!

Grande abraço e continue na Paz!

Maria Marluce disse...

Olha seu blog tem um conteúdo bacana visitei pela curiosidade do nome que vc deu ao blog. Parabéns por tudo.

CARLOS HERRERA disse...

Creio que não basta ter o título de Pastor...tem que ter chamado!
Se o título não for avalizado pelo chamado...teremos mais e mais líderes surtados, legalista e assassinos de almas.

concordo com o Renê e com a Regina.."legalismo mata"..

Wilderlan e Maria, Obrigado pela visita...será bom ve-los por aqui mais vezes, trocando percepções do evangelho..abraço

Caminho da Graça em Várzea Paulista disse...

Herrera meu mano, graça e paz!
Obrigado pela visita no nosso blog.
Agora, vc matou a pau com esse post do Marvin, heim.
Cara, sempre fui um fã de carteirinha da black music, e em especial entre eles o Marvin.
Não sabia dessa triste história e da relação dele com o Evangelho.
Quero pedir sua permissão para postar no Conexão da Graça com os devidos créditos e links.
Parabéns pelo conteúdo e um grande abraço mano!

Cida Kuntze disse...

Oi Carlos!
Eu não conhecia essa história, muito triste e trágica.

Conheci um pastor muito querido, num retiro de jovens. Ele era dos EUA e veio pro Brasil com a família. Era ótimo pra ministrar pra jovens, porém seu filho mais velho voltou pros EUA pra estudar e acabou se afastando de Deus. Esse pastor então, pegou sua família, deixou o pastorado e voltou pros EUA para tentar ajudar o filho. Esse homem foi trabalhar carregando caminhões, mas não perdeu a fé e a disposição pra reconquistar o seu filho pra Jesus e pra família.

A última notícia que tive deles, pois perdi o contato com o pessoal que os conhecia, foi que depois de 2 anos o filho voltou pros caminhos do Senhor, a família voltou pro Brasil e estão novamente pastoreando a igreja da qual faziam parte. Ele (o pastor) aprendeu muito com essa experiência e agora, mais do que nunca seu ministério tem levado muitos jovens a Cristo, porém ele viu que não adianta querer ganhar o mundo e perder a sua família. Reviu seu modo de trabalhar e agora não viaja tanto, fica mais perto da família, ou então eles vão com ele.

Carlos, obrigado pelo seu comentário no meu blog. Meu pai faleceu em dez. de 2007, mas confesso que parece que foi ontem, tamanha é a falta que ele nos faz.

Abraços e fica na paz!

Rita disse...

Bom dia,Paz
Triste história,mas como essa acontece tantas mundo afora que nem ficamos sabendo,o pai infelizmente não soube lidar com o fraco na fé,isso é comum,não se trata apenas do legalismo,os verdadeiros crentes não agem por força ou violência,então pode-se presumir que muitos ditos cristãos apenas são de boca,não receberam a fé da verdade,além de nos lembrar claro que nossa luta não é contra a carne e o sangue....
Um homem que presenteia outro com uma arma,está de alguma forma cavando a própria sepultura...
Nenhum objeto causador de violência deve ser aceito como presente por alguém que de fato vive na graça,aqui de uma forma trágica tanto pai como filho nos servem de exemplo,nem por força nem por violência,mas pelo Espírito do Senhor,lembremos disso sempre,graça é amor.

Paz e bem,que o Senhor o abençoe Carlos.

Cláudio Nunes Horácio disse...

Carlos, concordo contigo plenamente. Seu pai encontrou a religião, mas jamais o Evangelho, esperemos que o tenha encontrado no final de sua vida. Graça e paz.

Gisele Vargas disse...

Puxa Carlos, que história triste com um final tão trágico.Certamente Deus não estava presente nestas vidas para realizar uma restauração na família, pois às vezes a própria religiosidade é uma barreira para o agir de Deus.
Abração

Daniela Lins disse...

Que triste!!!
Gostei muito do seu blog,vc esta de parabens!!
ja me tornei sua seguidora!!!
abraços
fique na paz!!!

disse...

Verdade, legalismo mata de todas as formas possíveis, e concordo com a Rita, quem presenteia o outro com uma arma esta cavando sua própria sepultura, isso não é conversão, nunca viveu na graça. Pra que convertido quer uma arma?a nossa arma é o Senhor. lamentável mais uma família que foi destruída não só pelo legalismo, mas por falta de Deus. Bjs Carlos!

Marcello Comuna disse...

Paz man! Obrigado pela visita no meu blog. Sou um menino aprendendo a dar os primeiros passos nessa blogoesfera. Seu blog tá de parabéns!

Li esse post do Gaye no Conexão da Graça. Muito bom!

Abraços fraternos!

disse...

Belíssima voz.... não conhecia!!!!!!

abçs....

Wendel Bernardes disse...

A vida do Marvin é uma mistura de talento, tristeza e ironia.

Mas não é uma exclusividade, pelo menos, no meio artístico.
Nem precisa dizer que são pessoas talentosas, respeitadas e com legiões de seguidores apaixonados.
Mas são pessoas que têm vazios e coisas a esconder.
Isso é assim, pois o homem sem Deus é assim... vive com um buraco no peito.

Mas no caso do Sr. Marvin Pentz é ainda pior.
Embora o filho tenha mesmo perdido grande oportunidade de seguir o Caminho, ele (o pai) foi o principal motivador do desvio de caminho de seu filho.

Uma vez ouvi que os evangélicos vivem o 'milagre da calçada'. famílias vivem na obscuridade da desunião, desamor, desarmonia... mas quando tocam os pés na calçada da igreja tudo muda, virma cidadãos modelos e crntes exemplares.

Assim foi (infelizmente) a vida de Gaye, só nos resta tê-lo como exemplo e vigiar...

Vale também sempre lembrar de testemunhos como essa que a Cida compartilhou... muito útil!