quinta-feira, 7 de abril de 2011

Conheça a história do Televangelismo

Reportagem exibida no Fantástico de 1978, que apresentou o televangelismo inicial...
Vale a pena assistir!


A meu ver, a abordagem Global sobre o tema, foi totalmente imparcial !


Nesses dois vídeos, conheceremos os "Pais" do Silas Malacheia, Markito Infeliciano e
Renê Terra Arrasada...



8 Deixe seu comentário!:

CARLOS HERRERA disse...

Gente, vale a pena assistir...

Como já disse, a meu ver a globo foi imparcial...pois simplesmente abordou o assunto, antevendo a manipulação midiatica de alguns televangelistas..


Frase do Pr.William Schoen Coff me chamou a atenção:
"O dólar e a cruz não combinam muito bem"

disse...

Maravilhosa esta sua matéria Herreira. Acho que estes foram os pioneiros com o tele evangelismo. Hoje não precisamos mais de missionáios. Isso dar muito dinheiro né maninho??

disse...

Desde aquela época já eram chamados de super astros por Hélio Costa.

"O dólar e a cruz não combinam muito bem"

Na verdade não tem nada haver. Eu me sinto envergonhada.

É muito dinheiro, só se fala de milhões. Igreja eletrônica foi copiada pelos RR Soares e outros. Paz!

disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

Eu diria que hoje em dia o uso da mídia tornou-se uma realidade na pregção do Evangelho, apesar de muitos utilizarem os recursos de telecomunicações e a internet com más intensões.

Uma das partes que mais me chamou a atenção foram os comentários de um pastor sobre o quanto a "igreja eletrônica" estaria afetando a igreja comunitária. E, olhando para os anos anteriores, pode-se ver que as igrejas perderam sua vocação paroquial no sentido de estarem mais ligadas à comunidade onde se encotnram. Digo em relação aos bairros e cidades. Pois as igrejas foram perdendo bastante da identidade local.

Mas será que, na atualidade, a identidade local de todos não se encontra afetada? Será que nós hoje não estamos buscando uma identificação com o global e o midiático?

Nós blogueiros somos não podemos negar que somos frutos das inovações tecnológicas. Porém, compartilhamos um espaço mais democratizado e acessível do que as emissoras de TV. E, pensando bem, o mesmo pode ser dito a respeito das próprias notícias dos telejornais.

A matéria foi imparcial, mas já dava para notar a visão crítica do Hélio Costa hoje mais envolvido com a política no Senado do que com o jornalismo. E olha que, em 1978 (governo Geisel), havia a censura dos militares no nosso país que era mais focada naquilo que pudesse ser considerado como "subversivo".

Enfim, são reflexões interessantes que não morreram mesmo 33 anos pós o Fantástico ter exibiudo aquela longa matéria que, se fosse editada nos tempos de hoje, teria sido bem mais curta e atraído menos audiência.

Abraços.

CARLOS HERRERA disse...

Rodrigo, corroboro com o seu comentário..

E, achei interessante o que vc destacou sobre a igreja comunitária..hoje quase inexistente.
abração

RODRIGO PHANARDZIS ANCORA DA LUZ disse...

A igreja comunitária é o que temos buscado resgatar na congregação onde costumo me reunir e fazer parte das atividades. Mas te digo que é muito difícil motivar a comunidade onde a congregação se encontra por causa do comodismo das pessoas do bairro (eu mesmo não faço parte da mesma comunidade).

No entanto, acho que, em certas localidades, mesmo no Brasil, ainda é possível ver uma igreja comunitária forte e unida. Principalmente no meio rural e em certos bairros carentes de periferia. Mas numa cidade grande a identificação das pessoas já se relaciona mais com uma diversidade de locais e aí o evangelismo midiático ganha campo. Por exemplo, pense na vida de alguém que mora na Zona Norte do Rio, trabalha no Centro, seu filho estuda em outro bairro e os familiares em outra cidade da região metropolitana. Perde-se assim a proximidade entre as pessoas e o interesse pelas questões do bairro.

Anônimo disse...

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